Comecei à pouco tempo a seguir esta série da ABC, que já vai na 3º temporada, e até agora tenho gostado bastante. As interpretações de Emily VanCamp como Emily Thorne e Madeleine Stowe como Victoria Grayson estão soberbas. Esta série tem como propósito a vingança de Emily Thorne, que em tempo foi Amanda Clark, contra todos aqueles que manipularam a vida do pai desta, que foi parar à prisão e daí separou-se para sempre da filha. Quando Amanda saí da instituição aos 18 anos, fica a saber que o pai morreu mas deixou-lhe meios para viver desafogada e uma caixa com todo o tipo de informações para ela poder vingar a destruição a que a família foi sujeita. Assim, quando reuniu todas as hipóteses para a vingança, volta a Hamptons já como Emily Thorne para destruir todos aqueles que os prejudicaram.
Título Original: What Maisie Knew Realizador: Scott McGehee e David Siegel Elenco: Julianne Moore, Alexander Skarsgard, Steve Coogan, Joanna Vanderham e Onata Aprile Género: Drama Ano Estreia: 2013 Classificação IMDb: 7,4
Pelos olhos da pequena Maisie (Onata Aprile) vamos descobrindo
como é a vida de uma criança rodeada por pais irresponsáveis que decidem
separar-se.
Quando o divórcio é declarado, a guarda de Maisie, é entrege
ao pai Beale (Steve Coogan), um galerista. Só que cedo percebe que não
pode cuidar da filha sozinho, e assim a ajudar preciosa de Margo (Joanna
Vanderham), que já era a ama de Maisie, faz toda a diferença. Um casamento é
apenas mais um casamento, e a conveniência deste aparentemente deixa ambas as
partes satisfeitas. Só que a mãe Susanna (Julianne Moore), uma cantora de Rock,
não aceita completamente a decisão do tribunal nem esta reviravolta com a ama. E de repente, também ela casa com
um barman, Lincoln (Alexander
Skarsgård), e Maisie passa assim a ter convivência com os novos parceiros dos progenitores. Só que depressa os verdadeiros pais descuram as suas obrigações para com a
menina e são os “novos” pais que lhe dão a atenção merecida.
O que eu retiro deste filme é que para algumas pessoas ter
filhos não é sinonimo de responsabilidade e muito menos de algo inato. O
egoísmo, o egocentrismo e a negligencia não deviam ser defeitos presentes nos pais.
Uma criança quando vem ao mundo não devia sentir-se desamparada e nem devia
amparar e encobrir os erros de quem lhes dá a vida. O jeito que dá em “arranjar” um(a)
novo(a) companheiro(a) para que desta forma as responsabilidades parentais
sejam atribuídas ao outro parceiro, a pessoa que no fundo não tem que assumir
o papel total de progenitor. Maisie é apenas mais um criança apanhada no efeito
colateral do divórcio de pais já ausentes e pouco preocupados com o bem-estar
desta. Pais que vivem desfocados da realidade em que a filha vive e com quem
vive e convive. São precisos os “novos” progenitores para nascer assim uma nova
família que a criança escolhe em detrimento da sua verdadeira. Pois todos nós
buscamos o amor, e se ele nos é dado pelas pessoas mais improváveis, porquê
rejeitá-lo quando somos rejeitados pelos que nos deviam amar
incondicionalmente.
Adorei a interpretação da pequena Onata Aprile, o filme vive
muito desta personagem porque é através da sua perspectiva que visionamos o
enredo e esta pequena actriz sob estar à altura. Com um elenco fantástico que
prima pelas interpretações e pela boa realização que fazem com que este filme
consiga tocar o coração até da pessoa mais insensível. Fiquei igualmente
surpresa ao saber que se trata de uma adaptação contemporânea da obra de Henry
James, de 1897. Apesar da época em que foi escrito, contém temas bem actuais
como o divórcio e as relações.Aconselho.
Título Original: We're The Millers Realizador: Rawson Marshall Turber Elenco: Jason Sudeikis, Jennifer Aninston, Emma Roberts, Will Poulter, Ed Helms Género: Comédia, Crime Ano Estreia PT: 2013
Classificação IMDb: 7,1
Decidi ver este filme no cinema, bem sei que a escolha não
foi a mais correcta, mas estava em pleno verão e com as férias quase a acabar,
por isso, lá fomos aproveitar para assistir a uma comédizinha. Não me senti completamente
defraudada mas tenho que ser sincera que não é de todo um filme para gastar
dinheiro.
A história junta quatro pessoas, que nada têm em comum, para
formarem uma família falsa. David Burke (Jason Sudeikis) é um traficante de
droga a quem é roubada marijuana quando tenta salvar uma rapariga de ser
assaltada. Só que fica em divida para com o patrão Brad (Ed Helms), e a única
maneira de saldá-la é ir até ao México e trazer uma nova mercadoria. Para
despistar os possíveis problemas que podem surgir de ir de caravana sozinho até
ao México, propõe a Rose (Jennifer Aniston), a vizinha stripper, ao também
tímido vizinho Kenny (Will Poulter) e à rapariga tresloucada que salvou do
assalto, Casey (Emma Roberts), formarem a família Millers, para esta viagem.
Os benefícios desta significará ganhos para todos, já que o dinheiro será
repartido, o problema são os obstáculos que têm de superar para serem bem sucedidos.
Tem situações engraçadas mas também tem muitas carregadas de
exagero. O striptease de Jennifer Aniston, apenas foi uma maneira de mostrar
que a mulher já com 40 anos continua para as curvas, mas não trouxe nada de
relevante com a sua longa duração. Também os beijos trocados entre Kenny e
Casey e Kenny e Rose tornaram toda a cena patética a partir do momento que
aquilo nunca mais acabava.
Um filme que se torna demasiado longo para um
argumento desinspirado, é o típico filme perfeito para uma tarde de sábado. Dá para dar umas gargalhadas aqui e ali contudo é apenas mais um visto a juntar a toda uma panóplia de filmes do género. Uma road trip
cheia de contratempos mas que não chega para satisfazer em pleno o espectador.
Porque esta música é linda e cantada na língua de Camões ainda mais bonita ficou. Assim também aproveito para divulgar os novos talentos portugueses e claramente este rapaz merece que o sucesso seja alcançado.
Encontrei esta engraçada TAG no blog Book Eater e como é rápida resolvi fazê-la mas alterei pequenas coisas. Consiste em encontrar 10 livros relacionados com as várias características sobre viagens.
1. Cidade no título
2. Lugar exótico
3. Numa ilha
4. No mar
5. Monumento na capa
6. Carro na capa ou história com road trip
7. Avião na capa ou história que mencione muito este meio de transporte
8. Barco/Bicicleta/Comboio na Capa
9. Estrada na Capa
10. Um bilhete de Ida e Volta (livro que gostavas de poder visitar)
Como em Setembro não cheguei a colocar os lidos, aqui ficam eles (são os dois primeiros). Já o mês de Outubro estava a contar ter lido mais um contudo não cheguei a acabar "A Casa dos Espíritos", como está a ser uma leitura calma ainda não o terminei. Também ainda falta publicar as opiniões sobre "A Rapariga que Roubava Livros" e "De Olhos Fechados".