TOP Ten Tuesday




Melhores leituras de 2014


Não será um Top 10 mas um Top 13, pois estes foram até à data os livros que me marcaram e que pontuei com 5 estrelas.
Não me vou perder em explicações mas foram leituras que conseguiram catapultar das mais variadas emoções, e quando assim acontece, guardo um carinho especial por determinado livro.
Não me posso mesmo queixar, pois foi um bom ano em leituras e bem eclético.

Aqui está o meu Top sem ordem de preferência:

















Reveem-se em alguma pontuação destes livros?

Friday Finds




Esta semana o meu "finds" traz muitos livros que ou são relativamente recentes ou ainda não foram lançados para o mercado.
Outros não são assim tão novos mas fazem parte da continuação de séries que já iniciei e que quero continuar. 
Assim a minha lista TBR (To Be Read) continua a crescer.

Esta é uma rubrica semanal do Should Be Reading.









Qual destes livros querem espreitar?

Top Ten Tuesday



Novos Autores para Mim que li em 2014



Não é nada complicado elaborar este top e podia facilmente adicionar mais nomes, pois realmente as minhas leituras, este ano, foram vastas em novos autores (para mim).


Maggie Stiefvater



Não só é autora da série Os Lobos de Mercy Falls, como também é conhecida por outra série igualmente elogiada por fãs dos género Fantasia YA, The Raven Cycle.

Mia Couto


Ainda só li um único livro deste autor moçambicano mas pretendo ler mais.

Richelle Mead


Não fiquei muito convencida com o primeiro livro da série Academia de Vampiros mas quero continuá-la para tirar teimas. E já agora iniciar o spin-off da anterior série referida, Bloodlines, que é amplamente elogiado.

José Rodrigues dos Santos


A verdade é que possuo o Codex 632 há uns bons anos (prenda de Natal) mas nunca me puxou a curiosidade para lê-lo, mas este ano tive a oportunidade de ler A Filha do Capitão e simplesmente adorei. Talvez não seja tão má ideia ler afinal o Codex...

Jane Austen


Sei que muitos dos autores famosos que ainda não li pode ser considerado um sacrilégio, mas ter há 4 anos o livro Orgulho e Preconceito e nunca mas nunca me ter dado para lê-lo...bom não devia de estar boa da cabeça. Não me empolgou tanto como pensava que iria mas não deixa de ser um óptimo livro.

George Orwell


Se 1984 conseguiu transformar o aborrecido em gozo puro e absoluto, então espero que A Quinta dos Animais tenha o mesmo ou maior efeito.

Sandra Brown



É uma autora bem conhecida pelos portugueses mas ainda só li um livro seu, mas espero no futuro ter a possibilidade de conhecer mais da escrita desta autora.

Marc Levy


Bom a verdade é que não fiquei muito impressionada com o E se Fosse Verdade... mas não de deve julgar o autor só por um livro, por isso já cá canta em casa outro livro dele para saber se é defeito ou feitio. 

Sarah Dessen

 
Já tenho quase todos os livros em ebook desta autora porém ainda só me perdi nas leituras de um. Conto ler muito mais até porque me cativou com a sua escrita.

Stephen King


Tinha a ideia pré-concebida que não iria gostar deste autor. Não porque o género terror/thriller/suspense me faça confusão, mas na minha ideia prefiro sentir medo ou ansiedade através de imagens do que por palavras. Pois as palavras muitas vezes conseguem transmitir e arrecadar mais do que o que é visto visualmente.



Estes são alguns dos meus, e vocês partilham algum comigo?






Aquisições



Novembro


E lá se foi mais um mês, mês esse que me levou a aproveitar algumas promoções e vales.
Grande parte deles já constavam, há algum tempo, na minha wishlist de livros a adquirir, mas esperei até agora para comprá-los, pois na verdade, estou bem desejosa de ler Lugares Escuros e A Grande Revelação.



Não são livros desconhecidos para a maioria de vocês, por isso qual o vosso favorito?

Top Ten Tuesday



Livros que aguardo com alguma expectativa em 2015


E já a pensar no próximo ano, que está quase quase aí, são vários os lançamentos já agendados.

Estes são alguns dos lançamentos que não quero perder.
Alguns deles são continuações de séries, outros são de autores que aprecio, porém também estou com atenção em alguns livros que desconheço os autores.







E vocês também se vão perder nas leituras de algum destes livros?



Opinião Livro

Ask The Passengers, A. S. King



Título Original: Ask The Passengers
Autor: A. S. King
Editora: Little, Brown
Género: YA
Páginas: 209
Ano Publicação: 2012

Sinopse

Astrid Jones desperately wants to confide in someone, but her mother's pushiness and her father's lack of interest tell her they're the last people she can trust. Instead, Astrid spends hours lying on the backyard picnic table watching airplanes fly overhead. She doesn't know the passengers inside, but they're the only people who won't judge her when she asks them her most personal questions--like what it means that she's falling in love with a girl.

As her secret relationship becomes more intense and her friends demand answers, Astrid has nowhere left to turn. She can't share the truth with anyone except the people at thirty thousand feet, and they don't even know she's there. But little does Astrid know just how much even the tiniest connection will affect these strangers' lives--and her own--for the better.

In this truly original portrayal of a girl struggling to break free of society's definitions, Printz Honor author A.S. King asks readers to question everything--and offers hope to those who will never stop seeking real love.


Já há algum tempo que tinha alguma curiosidade em ler A.S. King, pois os seus livros são bastante adorados na blogosfera. E tendo lido muito poucos que abordam questões como a homossexualidade, resolvi experimentar este. 
A verdade é que tive sérias dificuldades de entrar na história, mas assim que o terminei foi quando consegui digeri-lo melhor.

Astrid é uma alma solitária que adora deitar-se ao relento e ver os aviões passarem no céu distante e falar com os passageiros. A maneira que adoptou para conseguir lidar com frustrações, tristezas, alegrias e segredos, é declarar o seu amor aos passageiros do avião que avista. Ao expor os seus problemas espera que alguém consegui receber o seu amor nas alturas para saber que não está sozinho/a. Todos enfrentamos dificuldades e são várias as questões que nos interrogamos e assim Astrid, sem conseguir desabafar com a família ou os amigos, fala com quem está naquele vôo.

Os segredos fazem parte de cada um de nós, um piores do que outros, a verdade é que todos nós os temos. Só que esta história está rodeada de tantos segredos que no fundo me pergunto para quê. Inicialmente andamos em volta do segredo dos amigos de Astrid, que guarda a sete chaves, até que chegamos ao da própria Astrid. Conclusão, o segredo é o mesmo, não percebo o porquê de tanto alarido para querer escondê-lo, ainda por cima, quando são melhores amigas.

Porém o livro consegue ganhar outro ânimo quando Astrid se consegue libertar das amarras que a estão até então a prender. Mostra que, muitas vezes, não são os de fora que dificultam as coisas, mas somos nós próprios, tanto por não sabermos exactamente o que queremos ou o que somos, como na importância que imprimimos nas expectativas dos outros. Mas no fundo quem tem de ser e estar feliz, somos nós, e levantar sempre a cabeça quando sabemos que não devemos nada aos outros, e neste ponto o livro conseguiu exprimir-se bem.

Outro ponto que só consegui apreciar quando acabei a leitura foi, ao focar-me na solidão e nas questões que assombram a mente de Astrid é fácil perceber que o ser humano, seja qual a idade que tenha ou em que contexto está inserido, tem constantemente dúvidas e incertezas, mas é na capacidade de aceitar o presente e lutar por um futuro mais risonho, que conseguimos suportar o que nos tenta deitar abaixo.

Com um ritmo que demora a acelerar e a cativar, a leitura em si não me prendeu satisfatoriamente, mas quando terminei e abordei certos passos dados, gostei do caminho que tomou e na mensagem que incidiu. Por isso venham mais leituras de A.S. King.

Citações:

“All those people who are chained here thinking that their reputations matter and this little shit matters are so freaking shortsighted. Dude, what matters is that you're happy. What matters is your future. What matters is that we get out of here in one piece. What matters is finding the truth of our own lives, not caring about what other people think is the truth of us.”  

“Look, this is a loan. I don't know if love is something I will run out of one day. I don't know if I should be giving it all to you guys or not. Today, I feel like maybe I should have kept some for myself for days when no one else loves me.” 

“I place us where we are a happy couple who are madly in love, and we are kissing the way people kiss on their wedding day. With joy and relief and love. Without guilt. Without Shame.”

Classificação: 4 de 5*


Friday Finds





Mais uma semana que passa e volta os "Finds" do Should Be Reading.
Como a maioria dos meus achados são feitos no Goodreads, estes foram os desta semana. 
Alguns deles ainda não foram publicados, mas já tenho curiosidade.






E vocês já têm debaixo de olho livros ainda por publicar?

Opinião Livro

One Tiny Lie, K. A. Tucker



Título Original: One Tiny Lie
Autor: K. A. Tucker
Editora: Atria Books
Género: NA
Série: Ten Tiny Breaths #2
Páginas: 266
Ano Publicação: 2013

Sinopse

Livie has always been the stable one of the two Cleary sisters, handling her parents' tragic death and Kacey's self-destructive phase with strength and maturity. But underneath that exterior is a little girl hanging onto the last words her father ever spoke to her. “Make me proud,” he had said. She promised she would...and she’s done her best over the past seven years with every choice, with every word, with every action.

Livie walks into Princeton with a solid plan, and she’s dead set on delivering on it: Rock her classes, set herself up for medical school, and meet a good, respectable guy that she’s going to someday marry. What isn’t part of her plan are Jell-O shots, a lovable, party animal roommate she can’t say ‘no’ to, and Ashton, the gorgeous captain of the men’s rowing team. Definitely him. He’s an arrogant ass who makes Livie’s usually non-existent temper flare and everything she doesn’t want in a guy. Worse, he’s best friends and roommates with Connor, who happens to fits Livie’s criteria perfectly. So why does she keep thinking about Ashton?

As Livie finds herself facing mediocre grades, career aspirations she no longer thinks she can handle, and feelings for Ashton that she shouldn’t have, she’s forced to let go of her last promise to her father and, with it, the only identity that she knows.


Depois de seguirmos Kacey em Ten Tiny Breaths, chega a vez da irmã mais nova Livie ter direito ao seu tempo de antena. Só não estava à espera é que esse tempo fosse igual ao tempo de antena dedicados aos partidos políticos. Que é o mesmo que dizer, meh e dispensável.

Livie Cleary entra em Princeton como sempre sonhou. Desde nova que tem os seus objectivos bem definidos, mas para a irmã Kacey, Livie é uma bomba prestes a rebentar. E talvez por isso aceite a sugestão da irmã e comece a conversar uma vez por semana ao telefone com Dr. Stayner. Só que este não é um psiquiatra qualquer, sugere-lhe fazer coisas que a façam sair da sua zona de conforto e assim conhecer realidades para além daquela que definiu. Uma das ideias, e que a irmã Kacey ajuda de bom agrado, é beber e conhecer rapazes. Numa noite de divertimento deixa-se levar pelo efeito da bebida e é assim que conhece Ashton. 

Com dificuldades em lembrar-se da noite louca, quer riscar Ashton da sua vida, como este até sugere, só que parece que não será assim tão fácil, pois o novo rapaz que Livie conhece, Connor, é o melhor amigo e colega de casa de Ashton. Passa a vê-lo e a saber mais do que queria sobre a sua vida mas mesmo assim não consegue desligar-se dele, e claro, Ashton também não facilita as coisas pois tanto a empurra como está sempre de volta dela.

Tudo culmina na descoberta da dupla vida de Ashton e nas incertezas que Livie passa a vivênciar. O final ficou explicado e podemos entender as acções de Ashton e saber o que o estava a "prender" e em que ponto está a agora a vida Livie, mas foi tudo tão rápido, tão fácil, tão pouco realista, que não me fez esquecer os problemas sérios que tive com a leitura.

Eu queria ter gostado deste livro mas a via que a autora escolheu para ar vida à nova Livie não foi de todo a mais correcta. Não acho certo que a irmã mais velha seja instigadora para que irmã mais nova beba para se soltar mais. Nem um psiquiatra tenha um tratamento como aquele nem que esteja tão intrometido na vida de uma paciente não oficial. 

Livie devia ter encontrado um equilíbrio entre aquilo que os outros gostavam que ela experimentasse e não lançar-se logo de cabeça. Já que um dos pontos essenciais da sua personalidade foi a sua postura firme nas suas ideias, e vê-la percorrer caminhos só porque era a vontade dos outros, não me parece nada razoável. Desapontou-me como personagem, pois passou de uma aparente maturidade com os seus 16 anos em Ten Tiny Breaths para completa ingenuidade com 18 anos.

E há certos aspectos que não gosto nos livros que são traições, triângulos amorosos e amor à primeira vista. A não ser que sejam bem fundamentados e que de alguma maneira eu consiga ao longo da leitura ultrapassar esse aspecto. 
O que não aconteceu aqui, Livie desde que começa a namorar com Connor, sabe que não gosta dele e se o rapaz tenta por tudo mostrar que gosta mesmo dela, ela sente-se incomodada e sufocada?! Para uma rapariga que sempre quis estar nas boas graças das pessoas e fazer o que está certo, estar com o Connor só porque sim, não está definitivamente correcto. E se critica o lado infiel de Ashton, quem é ela para lhe dar lições de moral. Definitivamente existe um triângulo amoroso sem haver necessidade de existir, muito menos, marcado por traições.

K. A. Tucker tem uma escrita apelativa que faça com queiramos seguir a narrativa apesar do desenrolar dos acontecimentos não sejam apelativos. Tanto o triângulo amoroso como o drama do passado em volta das personagens principais não mereceram grande simpatia da minha parte, e no final só fiquei feliz por acabar de vez com a história. 
Mas não desisti desta série, pois os próximos livros são com o Cain e o Ben, que tiveram muito pouco tempo de antena em One Tiny Lie.

Citações:

“The only thing I regret is that it ever ended. And I'm the one who's jealous. Insanely so.” 

“Because you’re not a one-night girl, Irish.” (...) “You’re my forever girl.”  

“Life has a funny way of creating its own tests. It throws curve balls that make you do and think and feel things that are in direct conflict with what you had planned and don't allow you to operate in terms of black and white.”

Classificação: 2 de 5*



TOP M&S



TOP 10 Música Pimba/Popular que não resistimos


E voltamos mais um mês para vos apresentar o nosso Top, que desta vez é um TOP 10. Depois de pouca inspiração para um tema, a Silvana lá sugeriu um que parece ser bem a nossa cara. 

Para não estar a fazer textos individuais vou dedicar um excerto a todas as músicas que escolhi. 
Costumava dizer que não gostava de música pimba mas afinal há músicas que sabei de cor e salteado, que não resisto a dar um pézinho de dança quando as oiço, e ainda me lembram momentos engraçados, sejam eles sobre a minha infância ou outros mais recentes.
A verdade é que não conheço a maioria do trabalho dos artistas portugueses que seleccionei, mas são, incontestavelmente, mestres dentro deste género musical.

Esta é um rubrica em conjunto com a Silvana do Por detrás das palavras.

 [Sem qualquer ordem de preferência]


José Malhoa - Baile de Verão


Emanuel - O Ritmo do Amor


Marco Paulo - Taras e Manias


Tony Carreira - Sonhador, Sonhador


Ruth Marlene - A Moda do Pisca, Pisca

 
 Quim Barreiros - Garagem da Vizinha


Ana Malhoa - A Noite é Loucura


Diapasão - A Bela Portuguesa


Fernando Correia Marques - Carocha do Amor


Tayti - Mexe o Tutu



E vocês, também têm boas recordações ao som destas músicas?