Opinião Livro

The Unbecoming of Mara Dyer, Michelle Hodkin


Título Original: The Unbecoming of Mara Dyer
Autor: Michelle Hodkin
Editora: Simon & Schuster Books
Género: YA
Série: Mara Dyer #1
Páginas: 306
Ano Publicação: 2011

Sinopse

Mara Dyer doesn’t think life can get any stranger than waking up in a hospital with no memory of how she got there.

It can.

She believes there must be more to the accident she can’t remember that killed her friends and left her mysteriously unharmed.

There is.

She doesn’t believe that after everything she’s been through, she can fall in love.

She’s wrong.





Fiquei encantada com esta capa e como isso é meio caminho andado para querer ler um livro, resolvi não esperar mais e agarrei-me a ele. Surpreendida é a palavra certa para descrevê-lo e mal posso esperar pela continuação.

Mara Dyer aparenta ser uma rapariga normal, boa aluna, boa filha, boa amiga e boa namorada. Mas de um momento para o outro perde a melhor amiga Rachel, o namorado Jude e a irmã deste Claire, quando o tecto de um asilo desaba sobre eles. Mara também estava presente nessa aventura de dormir neste edifício degradado só que a ela não lhe acontece rigorosamente nada. Depois de lidar com funerais, médicos e o olhar das outras pessoas, pede aos pais para se mudarem e assim chegam a Miami.


Sendo uma situação bastante dolorosa, ainda mais, quando não consegue recordar o que se passou, começa a achar que está a ficar maluca, pois vê os amigos constantemente e sente que estão realmente a acontecer as coisas que imagina inocentemente. Como é nova na escola e sentindo a família a vigiá-la decide procurar ajuda psicológica. Mas não será só esta ajuda que obterá, Noah Shaw, o rapaz com uma fama que o persegue, não consegue deixá-la em paz e juntos vão descobrir que são mais semelhantes que as diferenças que os separam.

Mara consegue chegar-nos ao coração porque sentimos que se fosse connosco acharíamos que também estávamos a ficar malucos. Não é fácil lidar com este tipo de acontecimentos que são tudo menos normais, ainda por cima, num mundo onde aparentemente este tipo de situações não acontecem nem existem. Ela quer descobrir quem é, porque é assim e se há maneira de controlar e contornar a forma letal de pensar. 


Quanto mais quer ter lembranças daquela noite mais toma noção que há coisas que são preferíveis ficarem adormecidas ou esquecidas. A verdade é uma dura realidade de aceitar e mais vontade sente de deixar que a loucura se apodere de si. Porém Noah não pensa da mesma maneira e faz de tudo para manter à tona a rapariga que se quer "afogar", e é por isso que a capa faz todo o sentido. Se a mantiver a salvo das memórias, das tristezas, das frustrações, dela mesma, conseguirá mostrar-lhe que está com ela e que juntos poderão ajudar-se mutuamente a descobrirem quem são.

Uma boa mistura este livro: mistério, sobrenatural, romance. Logo o 1º capítulo é indicador que muita coisa está mal e precisa ser bem explicada, e faz com que não queiramos deixar a leitura. E o final é de ficar de boca aberta e agora as teorias já começam a formar-se. 
Capa linda, história envolvente, personagens credíveis, final surpreendente, que podia quer mais?!

Citações:

“You could start a fire with the heat between you two."
"You're mistaking bitter animosity for heartfelt affection.”  

“You're the girl who called me an asshole the first time we spoke. The girl who tried to pay for lunch even after you learned I have more money than God. You're the girl who risked her ass to save a dying dog, who makes my chest ache whether you're wearing green silk or ripped jeans. You're the girl that I--" Noah stopped, then took a step closer to me. "You are my girl.” 

“You want me as much as I want you. And all I want is you."
My tongue warred with my mind. "Today," I whispered.
Noah stood slowly, his body skimming mine as he rose. "Today. Tonight. Tomorrow. Forever.” 

Classificação: 4,5 de 5*
 

 
 



Aquisições




Junho



Estas foram as minhas comprinhas no mês de Junho.
Algumas foram aquisições na pequena e mázinha Feira do Livro da minha terra e depois de ter passado pela Fnac não resistir e tive de trazer para casa os da 2º foto.




Umas boas compras não?!


Música da Semana




Ainda só agora começou mas esta já é a minha música de Verão. 
Adoro ;)






Retalhos de uma Leitura Conjunta



Eu e a Silvana do Por detrás das palavras juntamo-nos e resolvemos atacar o livro do José Rodrigues dos Santos  A Filha do Capitão, numa leitura conjunta.
Até ao final do mês vamos fazer algumas actualizações sobre como está a correr a leitura em jeito de desafios mútuos.

Nunca li nada do autor contudo espero que este livro me surpreenda e que ganhe uma nova fã.


Sexta 04/07:

Última frase da página onde vais:

"Foi nesta idade que Agnès guardou a sua mais extraordinária e mágica memória de infância. O pai adorava falar de Paris, e em particular de uma torre gigantesca que para lá tinha sido construída, tema frequente das conversas no Château du Vin."  pág. 40/41


Espero que acompanhem e comentem!


Friday Finds






E volto mais uma vez com esta rubrica semanal do Should Be Reading, que consiste em mostrar as novas adições na lista TBR. 
Estes foram os eleitos da semana. E a TBR cresce e cresce...









 Têm alguma curiosidade com algum?

Top Ten Tuesday



Clássicos que quero ler


Esta é uma rubrica apresentada pelo The Broke and the Bookish que contempla semanalmente um novo Top 10.
Estas são as minhas escolhas para esta semana:










Já leram alguns destes clássicos?


Opinião Livro

The Statistical Probability of Love at First Sight, Jennifer E. Smith



Título Português: A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista
Autor: Jennifer E. Smith
Editora: Poppy
Género: YA
Páginas: 164
Idioma: Inglês
Ano Publicação: 2011

Sinopse

Who would have guessed that four minutes could change everything?

Today should be one of the worst days of seventeen-year-old Hadley Sullivan's life. Having missed her flight, she's stuck at JFK airport and late to her father's second wedding, which is taking place in London and involves a soon-to-be stepmother Hadley's never even met. Then she meets the perfect boy in the airport's cramped waiting area. His name is Oliver, he's British, and he's sitting in her row.

A long night on the plane passes in the blink of an eye, and Hadley and Oliver lose track of each other in the airport chaos upon arrival. Can fate intervene to bring them together once more?

Quirks of timing play out in this romantic and cinematic novel about family connections, second chances, and first loves. Set over a twenty-four-hour-period, Hadley and Oliver's story will make you believe that true love finds you when you're least expecting it. 




Há quem acredite e há quem não acredite no amor à primeira vista. Será que é possível? Só saberá responder quem o já tenha vivido, e sejamos sinceros, que tenha dado certo.


Há quem viva meses/anos a tentar encontrar o amor e há quem viva esse mesmo tempo a tentar dizer a verdade a quem ama. Mas para a Hadley e Oliver bastam 24 horas para perceberem que têm uma vida inteira para se conhecerem.


Os caminhos destes dois jovens cruzam-se num aeroporto quando Hadley tem de ir até Londres ao casamento do pai e Oliver está a caminho de casa para um funeral. Bastaram 4 minutos para perde o avião mas arranja voo noutro, aquele onde Oliver estará. Enquanto esperam metem conversa um com o outro e de um momento para o outro ele está ao pé dela na viagem.
Entre conversa de circunstância também passam por alguns (poucos) momentos sérios. Piadas, ver filmes, dormir e uns momentos de atracção, pautam as várias horas de viagem entre os EUA e Inglaterra. Quando chegam, cada um parte para o seu destino mas com uma despedida à maneira. 

Ao explorar a maneira casual como se pode conhecer pessoas, as horas que se passam com essa mesma pessoa estranha mas que parece tão confortavelmente conhecida. Em paralelo vamos entrando no mundo pessoal da Hadley e sabendo os verdadeiros motivos porque se sente tão aterrorizada de ir ao casamento do pai. E é tão consumida por esses sentimentos que não desconfia das verdadeiras razões da ida de Oliver até à sua terra natal.

Por este aspecto achei que sendo um livro escrito na 3º pessoa na perspectiva da Hadley, faria mais sentido que houvesse alguns momentos do Oliver. O facto de ele dizer tão pouco ou nada mas pensar em tanto, dava outro alento à história e balançava com as constantes frustrações pessoais da Hadley. Que diga-se de passagem consumiram grande parte do livro, tendo em conta que, se era para ser um livro de amor à primeira vista, devia ter-se focado mais nisso.

Não deixou de exercer o seu objectivo: ser curto e directo. Gosto quando histórias assim não enrolam muito e vão directas ao que é pretendido, conhecer alguém, apaixonar-se e ficar junto com essa pessoa. E quando são livros que falam de viagens e das descrições das cidades por onde passam, ainda me deu mais vontade de ir até Londres. 
Óptimo para quem não quer ocupar muito tempo com um livro.


Citações:


“Not everyone makes it fifty-two years, and if you do, it doesn't matter that you once stood in front of all those people and said that you would. The important part is that you had someone to stick by you all that time. Even when everything sucked.”

“Is it better to have had a good thing and lost it, or never to have had it?”

“Did you know that people who meet at least three different times within twenty-four hour period are ninety-eight percent more likely to meet again?”

“What are you really studying?"
He leans back to look at her. "The statistical probability of love at first sight."
"Very funny," she says. "What is it really?"
"I'm serious."
"I don't believe you."
He laughs, then lowers his mouth so that it's close to her ear. "People who meet in airports are seventy-two percent more likely too fall for each other than people who meet anywhere else.”

Citações: 4 de 5*