Let's See This Movie Together




Olá :)

Desculpem nunca mais ter falado desta rubrica, mas no último mês e este, tenho tido pouco tempo e também falta de paciência para me dedicar mais em exclusivo ao blog [já a Catarina R. me tinha perguntado se o projecto ia avançar ;)]
Apenas tenho tentado dedicar-me aos posts das opiniões para não acumular mais na já longa lista. 


Agora falando mais uma vez da rubrica (regras aqui) dos filmes mais votados da lista disponibilizada (aqui), foram estes os vossos contemplados:



 

O Antes da Meia-Noite (2013) faz parte de uma trilogia: Antes de Amanhecer (1995) e Antes do Anoitecer (2004).
Agora a minha questão é se quiserem podíamos ver os dois primeiros, já que faz mais sentido seguir a sequência.


Agora ou escolham entre os dois seleccionados ou decidam se querem ver toda a trilogia.



Top Ten Tuesday




Hoje o tema é a lista TBR para a Primavera já que ela está mesmo aí a bater à porta.

Vou tentar cingir-me àqueles que quero mesmo ler entretanto para não fugir muito aos meus planos do que irei ler, já que não sou muito boa com planeamentos.
Muitos deles já estão na minha posse há demasiado tempo por isso tenho de começar a despachá-los.
 

LIVROS A LER NA PRIMAVERA 2014
 











Boas escolhas para a Primavera?!

Opinião Livro

Anna and the French Kiss, Stephanie Perkins



Título Original: Anna and the French Kiss
Autor: Stephanie Perkins
Editora: Dutton
Género: YA
Série: Anna and the French Kiss #1
Páginas: 372
Idioma: Inglês
Ano Publicação: 2010
ISBN: 0525423273

Sinopse

Anna is looking forward to her senior year in Atlanta, where she has a great job, a loyal best friend, and a crush on the verge of becoming more. Which is why she is less than thrilled about being shipped off to boarding school in Paris--until she meets Étienne St. Clair. Smart, charming, beautiful, Étienne has it all...including a serious girlfriend.

But in the City of Light, wishes have a way of coming true. Will a year of romantic near-misses end with their long-awaited French kiss?




Nem sei bem como iniciar esta opinião. Talvez que esperava que fosse melhor tal eram as minhas altas expectativas. É super amoroso não posso deixar de o dizer mas ainda faltavam 10 capítulos finais e eu já estava a pensar porque é que o ponto principal do livro estava a demorar tanto a desenvolver, e no final não deixei de me sentir aliviada por ter terminado.


Anna Oliphant foi literalmente mandada embora durante um ano para Paris pelo pai, o famoso escritor de bestsellers. Caiu de pára-quedas na Cidade das Luzes para obter uma experiência inesquecível antes de ir para a Universidade, segundo o pai. Claro que ela está completamente em desacordo porque para uma pessoa que gosta de ter tudo controlado e movimentar-se em lugares conhecidos, ir para Paris parece o inferno, tendo em conta que agora estava quase para ser namorada de Toph.


Étienne St. Clair nasceu na América, tem sotaque inglês e vive em França. É o menino bonito que todas as raparigas reparam e que gostavam de ter como namorado, mas só para não torná-lo tão perfeito, não é um rapaz alto. Mas na falta de altura compensa no modo engraçado e simpático com que se dá com as pessoas, e Anna caí na teia dele num instante. Só que o rapaz não é solteiro e tem uma namorada que aparentemente adora.

Pela mão dos novos amigos começa a descobrir as possibilidades oferecidas por Paris. Os cinemas em cada esquina, os monumentos, a comida, a beleza da cidade. De repente Atlantla já não é a melhor zona de conforto mas parece que ganhou uma competidora à altura. Os laços que começa a criar com as pessoas e com a cidade superam a supressão da paixão que vai crescendo por St. Clair. Apesar da grande amizade que cria com este e da maneira fácil com que lidam um com o outro, começa a ser complicado gerir os sentimentos. St. Clair também dá vários indícios que Anna não lhe é indiferente, porém torna-se complicado conciliar o que já tem com o que poderá vir a ter ou perder.


A história é feita de clichés, Paris a cidade romântica, o rapaz com sotaque inglês, o melhor amigo que vira namorado, os empecilhos para impedir o namoro. Contudo não quer dizer que os clichés arruínem a narrativa, nada disso, pois à partida já sabemos que esta história vai acabar bem para o parzinho. Até tem mesmo sustentação para fazer a história nascer e crescer dentro dos dramas que pairam na School of America in Paris. Só que também a prolonga demais…

O que estragou tudo foi o facto de a “não história de amor” querer acompanhar todo o ano lectivo. Sabendo de antemão que eles já estavam apaixonados bem antes do 1º semestre acabar, acho que a autora prolongou demais o que já devia ter acontecido. É que se num momento achava que era desta, afinal não, ainda faltavam mais uns quantos episódios para engonhar o fim previsível. E como aquela ideia de quem tem uma caixa cheia de chocolates e não os quer comer todos porque não pode ser e tem de se guardar para depois, mas depois não pára de pensar neles e que estão mesmo ali à mão de semear, sem nunca se decidir a comê-los de uma vez. Assim é a história.


Contudo apesar desta minha embirração com a duração, gostei deste romance docinho. Fez-me pensar em croissants, macarons, oh as belas boulangeries. E claro fez-me pensar que Paris deve ser realmente interessante (eu nem tinha grande pancada pela cidade mas até o meu irmão já me conseguiu puxar interesse), ainda por cima, adoro cidades que tenham mil e uma oportunidades para visitar e experienciar, e tenho de admitir que esta está a abarrotar delas. A verdade é que o livro está cheio de boas razões para que as pessoas aproveitem as experiências que a vida pode proporcionar, sejam elas de que género forem, pois nunca se sabe o que se pode encontrar.


Citações:


“The more you know who you are, and what you want, the less you let things upset you.”

“Why is it that the right people never wind up together? Why are people so afraid to leave a relationship, even if they know it's a bad one?”

“I love you as certain dark things are loved, secretly, between the shadow and the soul.”

“For the two of us, home isn't a place. It is a person. And we are finally home.”


Classificação: 3,5 de 5*