Desafio Musical

Qual a música?









 Gosto bastante de música por isso resolvi aventurar-me em fazer um Desafio Musical
Depois de andar à procura por alguns com a temática musical mas não tive grande sorte, por isso, criei este. Espero que gostem e passem a palavra :)


1. Qual foi a música que te fez chorar/rir?
A última música que me fez chorar bastante e que me lembre foi a "The Book of Love" do Peter Gabriel.

2. Qual a música que associes à tua infância/adolescência?
Resolvi escolher a "Wannabe" das Spice Girls pois andei com uma febre maluca por elas, e claro que nas representações no Natal lá tinha de dançar as Spice com as minhas primas.

3. Uma música que consideres um clássico.
Já é velhinha mas é tão relaxante ouvi-la, "The Sounds of Silence"- Simon & Garfunkel. 

4. Uma música que te faça sentir bem mal a oiças.
"Feeling Good"- Muse. Adoro a versão deles,não sei porquê mas a música mexe comigo. 

5. Qual foi a música que te fez vibrar no último concerto a que assististe?
O último concerto que assiste foi do Richie Campbell e a música que me fez vibrar foi "That's How We Roll."

6. Qual a música que sabes a letra de cor?
"Carta"- Toranja. Uma música simples mas bela.

7. Qual foi a música que te fez vibrar este verão?
"Love Me Again"- John Newman. Fartei-me de cantá-la.

8. Uma música que gostes de um/a artista/banda que nem podes ver pintado/a de ouro.
"Fall Down"- Will.I.Am feat. Miley Cyrus. Não consigo gostar das músicas que o Will.I.Am faz, ainda houve uns tempos que gostavas dos Black Eyes Peas mas depois entrou muito na onda do tipo de música infeliz que ele anda a produzir.

9. Uma música que transmita uma mensagem.
"High Hopes"- Kodaline, simplesmente porque temos que ter sempre esperança e conseguir voltar a sorrir e a levantar a cabeça. 

10. Qual a música que adoras ouvir ao vivo ou em acústico?
"Signs"(acústico)- Block Party.


 

11. Qual a música que associes a um livro/filme?
"Man of the Hour"- Pearl Jam do filme Big Fish.

12. Uma música que associes reacções (vontade de saltar;de dançar; correr; histerismo;cortar os pulsos;dormir; nostalgia; etc...)
"Fix You"- Coldplay, sempre que a ouvia tinha vontade de correr e no videoclip o Chris Martin corre mesmo, por isso, deve ter a mesma sensação que eu :P 

13. Uma música que adores a cover.
Esta é fácil "Hallelujah"- Jeff Buckley. Perfeito.

14. Uma música que ficaste surpresa/o por saber quem a canta.
Esta também é fácil porque foi ontem que fiquei surpresa por saber que quem canta a música da publicidade da EDP é a Kika com a "Can't Feel Love."

15.Uma música que te faça lembrar alguém importante para ti.
"November Rain"- Guns 'n Roses, faz-me lembrar o meu irmão e os instrumentos que ele inventava para imitar a banda.

16. Qual a música que todos gostam e tens um ódiozinho de estimação? 
"Anda comigo ver os aviões"- Os Azeitonas. Não suporto aquele início, tenho logo tendência para mudar de estação de rádio.

17. Uma música que gostasses de ouvir num momento importante da tua vida. 
"Martha"- Tom Waits. Só porque tem o meu nome e gostava que alguém ma dedicasse, apesar de falar de um amor falhado. Mas até era bonito ouvi-la de alguém que já gostei em velhinha.

18. Uma música que gostes sem ser em inglês.
"Formidable"- Stromae (francês). 

19. Qual foi a última música que ouviste?
"Hard to Find"- The National.

20. Diz uma das tuas músicas favoritas.
Escolhi a "Your Song"- Elton John, adoro-a.

Opinião Livro

Em Chamas, Suzanne Collins



Título Original: Catching Fire #2 The Hunger Games
Autor: Suzanne Collins
Editora: Editorial Presença
Páginas: 268
ISBN: 9789722344425
Série: Os Jogos da Fome

Sinopse

Depois de no primeiro volume Katniss se oferecer para substituir a irmã mais nova nos Jogos da Fome, que têm como lema «matar ou morrer», contra todas as expectativas, não só Katniss Everdeen venceu os Jogos da Fome, como pela primeira vez na história desta competição dois tributos conseguiram sair da arena com vida. Os dois jovens Katniss e Peeta tornaram-se agora os rostos de uma rebelião que nunca esteve nos seus planos. E o Capitólio não olhará a meios para se vingar… Um ritmo constante de adrenalina numa obra que promete tornar-se uma das leituras mais viciantes do ano. 



A provocação paga-se cara.
Se no primeiro livro da saga as bagas são decisivas para existirem dois vencedores, neste 2º volume não nada fazia prever a reviravolta que os 75º Jogos da Fome sofrem. E neste caso, tanto se pode falar das novas regras como do final imprevisível.

Katniss Everdeen depois de ser declarada vencedora dos Jogos da Fome juntamente com Peeta Mellark, passa a ser vista como um símbolo de revolução pelo poderoso Capitólio e a maneira que o Presidente Snow tem para acabar com a revolta nos distritos é voltar a colocar dois vencedores de todos os distritos novamente na arena. Se o imposto casamento não conseguiu acalmar os ânimos, é tempo de “lembrar aos rebeldes que nem mesmo os seus elementos mais fortes conseguem vencer o Capitólio.”


Katniss represente o sofrimento, pois de todas as maneiras terá sempre o seu destino traçado, não por si mas por pessoas que apenas oprimem e controlam os distritos. Não é apenas a sua vida que está em jogo, mas também a da sua família e daqueles que com motins resolveram indignar-se. Ela representa, assim, a esperança e a mudança que tem de ser feita num mundo onde impera a desigualdade. O papel de Katniss é claro na história, achei-a perspicaz em termos de jogo e na maneira como percebe a mente distorcida do Capitólio. Mas em termos emocionais é complicado perceber o que Katniss quer. É verdade que a autora colocou o triângulo amoroso para segundo plano, e ainda bem que o fez, contudo é difícil alcançar o que realmente Katniss deseja. Acho que foi a indecisão dela para com o Gale ou o Peeta que deixou muito a desejar a Parte 1, que é bastante monótona.


Sempre ouvi dizer que este livro dos três volumes é o mais interessante e tinha alguma expectativa quando iniciei a leitura. Não fiquei desiludida mas achei que fosse muito melhor. Salvou o livro a Parte 2 e a Parte 3. Alguns desenvolvimentos foram feitos e voltou a acção que também caracterizou o anterior volume. A reviravolta que são este novos Jogos da Fome, com o chamado terceiro Quarteirão - uma edição especial que existe de 25 em 25 anos com novas regras, - foi para mim uma das peças fundamentais neste livro para torná-lo emocionante. Nele ficámos a conhecer novas personagens e quem andava a proteger quem e com que intuito.


A escrita é simples e contem bastantes descrições, mesmo que muitas delas sejam longas demais, ajuda a compreender o ambiente. No segmento do anterior, a leitura continua a ser agradável e a dado momento exige um ritmo alucinante para acompanhar o desenrolar da acção em que Katniss e Peeta estão inseridos. Também o papel da rebelião e do Distrito 13 fazem com que a leitura do 3º volume, A Revolta, seja realmente obrigatória.


Citação:

“Nesse pequeno gesto, vejo o fim da esperança, o inicio da destruição de tudo o que mais amo no mundo. Não consigo imaginar que forma tomará o meu castigo, que tamanho terá a rede lançada, mas quando tudo chegar ao fim, provavelmente não restará nada. Assim, era de supor que neste momento me sentisse completamente desesperada. Eis o que é estranho. A sensação maior é de alívio. De poder desistir deste jogo.”

Classificação: 4 de 5*
 

 





Desafio Literário

Doença dos Livros


Encontrei este desafio no blog Tertúlias à Lareira e resolvi fazê-lo porque este parece bem engraçado. Aqui vai:

1. Diabetes: livro muito doce
Ainda me lembro do chocolate que é o Greg Walterson.


 2. Catapora (varicela): livro que li e não lerei de novo
Digo antes livro que não irei acabar nunca.

  
3. Ciclo Menstrual (não é doença, mas pronto...): livro que releio constantemente
Não releio livros porque não faz o meu género relê-los, mas para escolher um seria este, adoro a maneira diferente como a história está escrito.


4. Gripe: livro que se espalhou como um vírus
Não li e na altura o que me fez não os ler foi mesmo a febre que se espalhou por toda a gente.


5. Asma: livro que me tirou o fôlego
Disse este como podia dizer outros mas definitivamente este deixou-me maluquinha.





6. Insónia: livro que me tirou o sono.
Este fez-me perceber a decadência em que os jovens podem chegar.


7. Amnésia: livro que não me lembro muito bem.
Qualquer um da Sophia de Mello Breyner Andersen que tenha lido na escola. Mas este ainda me lembro qualquer coisinha por causa da música "o mar enrola na areia..."


 8. Má Nutrição: livro que tenha falta de conteúdo para reflexão
Li-o e parece que nem o li, até a sinopse me parece estranha.

 
 9. Jetlag: livro que me leva para outro tempo/lugar.
Aqueles luxos todos e as descrições do que foi uma das épocas mais excêntricas do Séc. XX. 


10. Desidratação: livro que me fez chorar sem parar
Escolho este porque foi o 1º livro que me fez chorar e tocou-me profundamente.






Opinião Livro

Por Treze Razões, Jay Asher



Título Original: Thirteen Reasons Why
Autor: Jay Asher
Editora: Editorial Presença
Páginas: 308
ISBN: 9789722342452
Colecção: Noites Claras

Sinopse

Naquele dia quando Clay regressou da escola, encontrou à porta de casa uma estranha encomenda com o seu nome escrito, mas sem remetente. Ao abri-la descobre que, dentro de uma caixa de sapatos, alguém colocara sete cassetes áudio, com os lados numerados de um a treze. Graças a um velho leitor de cassetes Clay prepara-se para ouvi-las quando é sobressaltado pela voz de Hannah Baker de dezasseis anos, que se suicidara recentemente e por quem ele estivera apaixonado. Na gravação, Hannah explica os seus treze motivos para pôr fim à vida, que a cada um deles correspondia uma pessoa e que todas elas iriam descobrir na gravação o seu contributo pessoal para aquele trágico desfecho.



Uma bola de neve é tão fácil de criar. E à conta disso é tão fácil viver perto do abismo e depois não haver mais volta a dar. Este livro retrata o bullying que muitos adolescentes sofrem nas escolas e as consequências dele mesmo. 

Puxou-me a atenção por saber que falava da morte, mais concretamente o suicídio de uma jovem. Nele é possível saber por treze razões o que motivou Hannah Baker para cometer tal atrocidade. A maneira que ela encontra para divulgar os motivos é através de 13 cassetes que são espalhadas pelas 13 pessoas que contribuíram ou não para aquele desfecho. Mórbido?!Um pouco.

Hannah Baker é nova no liceu quando inicia novas amizades. Quem é novo só pensa em integrar-se mas também está sujeito a todo o tipo de comentários e a Hannah depressa passa a ser o novo alvo. Da mais pequena coisa “constrói-se” um acumular de situações que chegam a um ponto que não conseguem ser mais digeridas. Mas esta não foi uma personagem fácil no decorrer do livro. Se consegui entender os motivos que levaram àquele caminho, jamais percebi como deixou que acontecessem situações que podiam ter sido mesmo travadas. Falo na história da cassete nº 5: lado B e ainda a cassete nº6: lado B, que levaram a alterar toda a minha compaixão para com ela. O facto de permitir uma situação desagradável só porque já tinha a fama ou não conseguir travar o abuso a uma colega é simplesmente complicado de digerir. Mesmo no estado em que ela estava, não se aperceberia que também podia estar a criar uma bola de neve na vida daquela colega?!

Clay é o outro interveniente nesta história. Também recebe as cassetes, significando que haverá uma dedicada a si mas é em toda aquela história quem não tem acção directa sobre a escolha de Hannah. Ele foi sem dúvida a melhor personagem, é o nosso mediador de emoções, sentimos aquilo que vai sentindo enquando escuta os motivos que levaram àquele fim. É palpável a incapacidade de digerir toda aquela situação, percebendo que poderia ter sido o único que conseguiria parar com as ideias da Hannah. Depois da chamada de atenção exposta nas cassetes, Clay percebe que deixou Hannah “escapar” mas não deixará fazer o mesmo com Skye, outra jovem que de ano para ano tem evitado as pessoas. Esta parte final do livro fez subentender que uma vida poderia estar a salvo.

Gostei da história mas achei que me fosse abalar mais, não teve tanto impacto como achava que fosse ter apesar de falar dum tema tão forte e complicado. E depois toda a atitude dela mais para o final, foi complicado de absorver.
Porém não deixa de ser uma história envolvente pois há uma grande vontade em saber quem são os destinatários e o que terão feito para desencadearem tal fim. Ajuda estar encadeada numa linha de pensamento na sucessão das situações. Um livro para todas as idades que alerta que é o mais pequeno pormenor, tanto para o bem como para o mal, que pode desencadear um final diferente. 

Citações:

“Quando brincam com uma parte da vida de uma pessoa, estão a brincar com a vida dela toda. Tudo... afecta tudo.”

“Ninguém pode ter a certeza do impacte que exerce na vida dos demais. A maior parte das vezes, nem nos passa pela cabeça. E, não obstante, não podemos evitar exercê-lo.”

“Sinais de Aviso dum Suicida. Adivinhem o que aparecia logo nos cinco primeiros? «uma mudança súbita de aparência.» Puxei pelas pontas do meu cabelo recém-cortado. Hum. Quem diria que eu era tão previsível?”

Classificação: 3 de 5*
 


Info

Bem parece que dois meses depois da última postagem resolvi dizer alguma coisa.
A verdade é que os meses de Agosto e Setembro foram bastante preenchidos e o tempo acabou por ser pouco e isso reflectiu-se aqui no blog. Espero que agora com os dias mais pequenos e mais invernosos consiga manter o meu cantinho actualizado.
Também quero dinamizá-lo e já tenho algumas ideias que irei pôr em prática.
Quem me acompanha ou comece a acompanhar, espero que goste XD.

PS- Ainda ando a tentar actualizar o blog depois de ter alterado o layout, por isso, as redes sociais não estão ainda a funcionar.