One Song From a Movie


Adoro estes bonecos e não resisto a colocar a nova música do filme Gru - O Maldisposto 2. Quero tanto ver este filme (afinal sou uma adulta que nunca realmente cresceu).

 «Happy» - Pharrell Williams





Música

Kodaline


Mais do que viciada nestes rapazes irlandeses. 
Como novo álbum, In a Perfect World, vale mesmo a pena escutá-los. 
Bom, bom era virem cá a um festival.
Enjoy :)


«All Comes Down»

«Love Like This»

Opinião Livro

Second Chance Boyfriend, Monica Murphy



Título Original: Second Chance Boyfriend
Autor: Monica Murphy
Editora: Monica Murphy
Páginas: 210
ISBN: 2940016487083
Idioma: Inglês
Série: Drew + Fable #2

Sinopse

Lost. That one single word best describes my life at this very moment. I lost the last games of the season and both my team and my coach blame me. I lost the last two months because I drowned in my own despair like a complete loser. And I lost the only girl who ever mattered because I was afraid being with me would destroy her.

But now I realize how truly lost I am without her. She has become my story…and even though she acts like she’s moved on, I know she still thinks about me just as much as I think about her. She’s beautiful, sweet—and so damn vulnerable, all I want to do is help her. Be there for her.

Love her…

If only I could convince Fable to give me a second chance. Then I wouldn’t feel so lost anymore, and neither would she. We could be found together.

Forever.




Quando li o primeiro livro da série Drew + Fable #1, One Week Boyfriend, fiquei entusiasmada em saber que haveria uma continuação. Como gostei da ideia da autora com o 1º livro, queria saber como é que esta história ia continuar depois de uma semana de namoro a fingir.


Logo no início ficamos a saber que dois meses separam a última noite juntos e apesar de tanto Fable como Drew tentarem seguir em frente, não esquecem o que passaram. Para ele é mais fácil desistir e voltar as costas à felicidade do que lutar por aquilo que deseja. A única coisa que sabe fazer é fugir, não acredita que mereça ser feliz e vive a controlar as emoções mesmo que saiba que a única pessoa que o compreende e pode fazê-lo acreditar é Fable. Com a ajuda da psiquiatra tenta perceber as suas motivações e dar outro rumo à sua vida.


Pelo contrário o que Fable faz é enfrentar as situações e as pessoas. Apesar de ambos crescerem em lares destroçados e carregarem aos ombros fortes responsabilidades e culpa desnecessária, diferem no aspecto monetário e na maneira como lidam com vicissitudes da vida. Se por um lado sempre ajudou os outros, por outro sempre tentou obter amparo juntos dos homens. Por isso, cria uma forte ligação com Drew porque sente necessidade de o “socorrer”, mas vê igualmente nele a protecção que sempre precisou. Sendo-lhe, assim, difícil resistir e desistir dele.


Se até metade do livro consegui entender estes aspectos, depois tudo descambou. A acção decorre calmamente e de repente parece o TGV, acontece e resolve-se tudo. No 1º livro é dado o destaque à vida e ao passado do Drew, e ficam assuntos por resolver. Portanto a lógica era que este livro os focasse. Até o faz mas fá-lo da maneira mais rápida possível e retira todo o poder a um assunto que basicamente é a premissa do 1º volume. Dá mais destaque à vida da Fable e, não desgostei desse pormenor, só acho que a autora resolveu tudo da maneira mais ligeira e fácil possível. 

Talvez os únicos aspectos bons consistiram em mostrar a vida dela, e em especial o irmão Owen, e a forma como o pai do Drew reagiu ao saber a verdade. Porque de resto pareceu mais um livro a querer despachar a história e a querer-lhe colocar um ponto final que outra coisa. Desgosto quando isso acontece, mas como não demorei muito tempo a lê-lo não achei que fosse necessariamente uma perda de tempo. O que gostei foi da continuação do usado adequado de frases nas entradas de capítulos.


Citações:

“Loving someone is taking a constant risk with your emotions. When you find the right person, the one you know you want to be with, that person becomes worth the risk.”

“It’s hard to believe someone loves you for who you are when they’ve seen all your faults and know all your secrets.”

Classificação: 3 de 5*
 

 
 
 

 

Opinião Livro

Speechless, Hannah Harrington


Título Original: Speechless
Autor: Hannah Harrington
Editora: HarlequinTeen
Páginas: 288
ISBN: 0373210523
Idioma: Inglês

Sinopse

Everyone knows that Chelsea Knot can't keep a secret

Until now. Because the last secret she shared turned her into a social outcast—and nearly got someone killed.

Now Chelsea has taken a vow of silence—to learn to keep her mouth shut, and to stop hurting anyone else. And if she thinks keeping secrets is hard, not speaking up when she's ignored, ridiculed and even attacked is worse.

But there's strength in silence, and in the new friends who are, shockingly, coming her way—people she never noticed before; a boy she might even fall for. If only her new friends can forgive what she's done. If only she can forgive herself.




Chelsea Knot tem 16 anos e gosta de espalhar boatos e não sabe guardar segredos. Faz parte do grupo dos populares do liceu mas na passagem de ano tudo muda. 
Ao divulgar, a todos os que se encontram na festa, que viu um rapaz do liceu, Noah com outro rapaz, nunca esperou que aquilo que dissesse fosse longe demais. No dia seguinte descobre que dois dos seus amigos espancaram Noah e este encontra-se inconsciente no hospital. Ao contar a verdade à polícia, as consequências não se fazem esperar e chega assim ao fim a vida “perfeita” de ser uma dos populares.





No início a Chelsea dá-nos uma imagem de fútil e influenciável pela melhor amiga Kristen. Chega até a comprar roupa cor-de-rosa por ser a cor preferida desta, mas que nem a favorece já que é ruiva. Gosta da “superioridade” que o papel de popular lhe proporciona e com isso aceita e também é desprezível em relação aos ditos pouco ou nada populares. Se até então achava piada a isso, quando se vê confrontada com a atitude dos seus amigos percebe que não pode ficar calada e tem de assumir a responsabilidade de tomar decisão certa. É graças ao artigo da revista National Geographic sobre o voto de silêncio que leva Chelsea a contar a verdade e a deixar de falar durante quase um mês.

A ideia que retira deste artigo é que assim aprende a não contar mais segredos e não prejudica a vida de mais ninguém. A partir daqui é ela que vai sofrer na pele o que é ser vítima de bullying. Apesar de inicialmente ser complicado aguentar-se, a Chelsea consegue fazer frente a tudo e todos. E foi este aspecto de que gostei nesta personagem. Ela não tenta vitimizar-se mas aceita esta nova realidade e mostra uma força que nem ela sabia que tinha. Nota-se que a personagem começa a perceber o certo do errado e até começa a questionar os seus comportamentos quando se dava com os seus amigos, contudo também questiona se nada daquilo tivesse acontecido se ela alguma vez iria mudar. E quando finalmente recomeça a falar fá-lo por uma causa justa.


Ter a coragem de ter uma atitude que sabemos que vai prejudicar a vida dos nossos amigos e que pode mesmo estragar amizades, é louvável. E ter o discernimento de perceber há valores morais mais fortes do que encobrir qualquer verdade. Há uma evolução psicológica enorme na Chelsea, se no início contava tudo depois começa a pensar primeiro antes de falar seja o que for. Até lhe é difícil dizer a coisa certa ao rapaz de quem gosta. Aprende a ser ela própria e a fazer as suas próprias escolhas. Por isso, tem plena consciência que as pessoas que conhece durante o voto de silêncio nunca encaixariam na sua vida anterior, mas que fazem todo o sentido neste novo renascer.

Por ironia do destino as novas amizades que faz são só amigos de Noah. Conhece Asha e Sam no liceu e grande parte do seu tempo é passado no restaurante onde estes trabalham, onde conhece Lou, Dex e Andy. Inicialmente para Sam, o melhor amigo de Noah, é-lhe difícil relacionar-se com Chelsea, mas com o tempo começa a compreendê-la e ajuda-a também no processo de ela se compreender a si própria. 


Um bom livro que retracta uma realidade actual e durante toda a leitura senti-me afectada pelos dramas presentes, pois se vivemos num mundo que diz “sê tu próprio” porque encontramos tantas barreiras para o sermos? As personagens são complexas e bem escritas o que fez deste livro ainda mais credível. Recomendo.


Citações:

“You shouldn’t let them stop you from doing what you want to do.”

“Hate is…it’s too easy. Love, love takes courage.”

“I’m hit with a sudden wave of sadness. But it’s a distant kind of sad—like when you look at your Barbies and realize you don’t want to play with them anymore, because you’re growing up and you’ve moved on, and in your heart you know it’s time to make room for other things.”


Classificação: 4 de 5*