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TOP M&S




5 Primeiros rituais do dia



[Um aparte: a verdade é que me tenho descuidado com o meu cantinho, muito por falta de vontade, de paciência e de tempo, mas quero ver se no próximo mês volto.]

Mais um mês mais um Top, deste vez um Top 5 dedicado às primeiras coisas que fazemos logo que acordamos.
Este é um top feito por mim e a Silvana do Por detrás das palavras.

1. Ronha



Adoro ficar uns preciosos minutos na cama depois do meu despertador humano me acordar. Acordo às 8.30 e mais ou menos até às 8.40 fico na cama (benefícios de viver ao pé do trabalho). Claro que depois é sempre a abrir....

2. Abrir a janela



Ao sair da cama abro logo ou os estores ou a janela para arejar o quarto.

3. Vestir



Como o tempo já começa a ser curto, é preciso ser rápida e não perder muito tempo a escolher a roupa. Que normalmente não demora muito.

4. Pegar nas minhas coisas



Depois como o quarto fica longe da cozinha, é tempo de pegar na mala, no pc, casaco ou qualquer outra coisa, para não ter de voltar ao quarto. Isto tudo já a 100 à hora...

5. Pôr perfume



Mas antes de deixar o quarto ainda tenho de colocar perfume. Adoro perfumes e quase nunca me esqueço de o colocar. E neste momento é o Lolita Lempicka.



Engraçado é que consigo fazer isto tudo antes mesmo de ter de ir fazer uma visitar à casa-de-banho.




Friday Finds




Friday Finds representa a amostra semanal dos livros que adicionamos à lista para ler (TBR), quer os tenhamos encontrado online, numa livraria ou biblioteca (não têm de ser necessariamente livros que adquirimos). Este é uma rubrica do Should Be Reading.

Estes são os meus "finds":

Depois de ter lido esta semana o Flat-Out Love da Jessica Park, quero continuar a série e fiquei com curiosidade noutro da autora


 A curiosidade ficou espicaçada quando vi que estes são bastante elogiados





 E porque quero terminar a série On Dublin Street




 E as novidades


E a vocês quais os que vos chamam à atenção?


TOP M&S




 

O que odiamos quando andamos de transportes públicos?





Mais um mês. Mais um top.
Desta vez dedicado aos transportes públicos, e como já andei em vários, sei bem aquilo que não gosto nada quando penso neles.
Este mês o tema foi sugerido pela minha parceira do top, a Silvana, do Por detrás das palavras.



1. Ficar de pé



Não gosto nada. Então se tiver com malas e/ou sacos ainda fico mais danada. Gosto de poder pousar as minhas coisas, e depois se o motorista for daqueles que não tem muita atenção à velocidade e travagens, ainda é mais irritante tentar permanecer em pé.

2. Pessoas a falar alto



Quando estamos num transporte público não há nada mais enervante do que estar a ouvir a conversa do vizinho ou ao telemóvel ou com o vizinho do lado. Mas o que será que as pessoas pretendem com isso?! Que os outros sejam solidários com a temática da conversa ou apenas gostam de chamar a atenção?! Haja paciência...

3. Alguém a dar-me música



E aqueles seres irritantes ou bimbos que pensam que eu não tenho mais nada do que fazer do que ouvir a mesma música que eles. Falta de educação, então em Lisboa, é o prato do dia.

4. Pessoas que não se arredam nem por nada



Cada vez acho que vivemos num mundo de egoístas. Aquelas pessoas que podem ver que há alguém a entrar seja com um carrinho de bebé, malas de viagem ou mesmo sem nada, mas mesmo assim não arredam o pé do sítio onde estão. Estão com medo de quê?! Ao fazerem-nas mexer, deixam de ter lugar no transporte público por acaso?!

5. Cheiros



Pois é. (In)felizmente sou uma pessoa que tem um ofacto bem apurado. E é complicado quando está alguém ao pé de mim que não vê da mesma maneira que eu a casa de banho. Nem conhece desodorizantes, nem pastilhas, ou papel higiénico ou mesmo água (lavar o corpo e/ou roupa). 
E sem querer queixar-me contudo a queixar-me, se queres comer uma sandes de chourição ou qualquer outra coisa que tenha um cheiro mais activo, pensa nos outros, come depressa e guarda o papel/saco longe, para não andar a pairar o cheiro no ar. Não te esqueças que pode haver sempre alguém que está mal disposto.


Próximo mês há mais!

Português no Feminino - Palavras de Carina Rosa





De forma  encerrarmos a primeira leitura para o desafio Português no Feminino 2015 decidimos dar a conhecer a autora, através das suas próprias palavras.
Poderíamos ter ido pelo caminho mais fácil recolhendo umas informações da autora através da internet, mas a entrevista permite que o leitor consiga conhecer melhor a escritora e a pessoa que está por detrás dos livros que nos dá a oportunidade de ler. 


 Carina Rosa


Por isso aqui ficam as nossas trocas de ideias:


1. O teu percurso literário já tem algum tempo. Partilha connosco as coisas boas e as coisas menos boas que a entrada no mundo da literatura te ofereceu.
Coisas boas: as pessoas que conheci, não apenas leitores-beta e bloguers, mas amigos com os quais me identifico e que entendem este meu mundo; o carinho dos leitores, que não se limitam a ler aquilo que escrevo, incentivando-me, ainda, a escrever mais e a nunca desistir; a aprendizagem daquilo que é a literatura e um grande crescimento em relação às técnicas de escrita criativa e de estrutura; as opiniões positivas, claro, porque me fazem feliz, e as negativas, porque me fazem crescer.
Coisas menos boas: talvez a exposição ao público. Muito do que um autor escreve mostra a sua visão pessoal das coisas. Transportamos muito para as personagens e isso coloca-nos numa situação complicada: expõe-nos a pessoas que não conhecemos e que não nos conhecem e que passam a fazê-lo. É uma grande responsabilidade escrever assim e mostrá-lo ao mundo. Depois, é preciso pensar muito bem naquilo que fazemos para não desiludir aqueles que um dia acreditaram em nós.   

2. Durante o processo de escrita de um livro passas por imensas fases. O que é que é mais fácil e mais difícil durante a escrita de um livro.
Mais fácil: o romance e o dramatismo, duas áreas em que me sinto à vontade e das quais gosto imenso.
Mais difícil: o enredo e as personagens. O enredo porque não é fácil torná-lo credível e fazê-lo funcionar. As personagens porque têm de estar bem caracterizadas, sem dúvidas, sem incongruências. Penso que o mais difícil, numa obra, é mesmo o planeamento e o processo de criação do enredo e das personagens, porque é mais fácil escrever quando sabemos onde estamos e aquilo que queremos.

3. Para quem nunca leu nenhuma obra tua, quais as características que podes apontar e que o leitor vai certamente encontrar.
Muito romance, algum drama e muito, muito suspense.

4. É dentro do género contemporâneo que te sentes bem a escrever ou pensas que consegues tornar-te camaleónica ao ponto de te aventurar por um outro género?  
Bem, eu já me aventurei por outro género, o policial, no qual estou a trabalhar de momento. Pessoalmente, acho que será uma mais-valia para mim enquanto escritora, porque é diferente de tudo o que tenho feito até aqui. No entanto, sim, o contemporâneo é o género em que me sinto mais à vontade. É bom, porém, sair da nossa zona de conforto e tentar outras coisas, alargar os nossos conhecimentos e capacidades. «O Escultor» está a ser um desafio e penso que quando estiver no ponto, vou respirar de alívio e ter ainda mais orgulho em mim mesma. Não são só os leitores que se fartam dos autores, quando lêem muita coisa dos mesmos e o estilo está sempre lá, começando a tornar-se maçador. Nós, autores, também nos fartamos, por vezes, daquilo que fazemos. Fugir ao contemporâneo foi uma boa decisão, embora planeie voltar, claro, à minha casa de sempre. Não é fácil ser um camaleão, mas estou a tentar sê-lo cada vez mais. Todos temos várias facetas e mais habilidades do que aquilo que pensamos.

5. “A Sombra de um passado” é o teu terceiro livro publicado. O que é que sentes com mais esta conquista?
«A Sombra de um Passado» é um livro importante, não só porque tenho um carinho muito especial por ele e o acho mesmo “fofinho”, mas também porque foi aceite por uma grande editora e isso levou-me a acreditar mais no meu trabalho. O facto de ter sido publicado por uma chancela da Porto Editora alargou-me horizontes e fez-me chegar a leitores diferentes, mesmo que tenha sido apenas em e-book. Creio que, em papel, chegaria a ainda mais. Foi sem dúvida uma conquista que me deixou muito feliz.

6. Como surgiu a ideia de escreveres “A Sombra de um passado”?
Surgiu numa noite especial de Verão, através de uma história que me foi contada. Este livro tem uma base real, com contornos fictícios que eu criei para passar a história para o papel.

7. Todas as personagens deste livro têm características que as aproximam muito da realidade. Como é que fazes para conseguir captar essa essência? Há alguma personagem pela qual tenhas um carinho especial?
Bem, eu tento colocar-me na pele das personagens, pensar naquilo que fariam em determinada situação. Rio e sofro com elas, daí, talvez, parecerem tão reais. Na verdade, eu acho que elas o parecem porque eu as vejo assim. Para mim, existem para lá do papel e poderiam ser qualquer de nós. Aliás, se o leitor não sentir o mesmo, não consegue entrar na história. Neste livro, confesso que a minha personagem favorita é o Hugo. A força desta história vem dele, ainda que seja o vilão. É ele que faz girar tudo à sua volta. Eu adoro vilões. Têm uma força que por vezes não encontramos em outras personagens. No caso do Hugo, o meu carinho por ele é ainda maior, porque há uma reviravolta na sua personalidade e ele acaba por mostrar vulnerabilidades que nos levam a perdoá-lo um bocadinho.

8. Houve alguma passagem que achaste que era melhor não colocar por medo de chocares o leitor?  
Não. Não penso nisso quando estou a escrever, nem nas cenas de agressão, nem nas de sexo. Se me pedissem para as citar em público, provavelmente não o faria, mas um livro é mais do que essas passagens fortes, é composto por tudo o resto e elas são necessárias.

9. São vários os locais do Algarve e do Porto que referes ao longo do livro. São locais que te são queridos por estarem associados a boas memórias ou foram escolhidos de forma aleatória?
Sim, sem dúvida que me são queridos. O Algarve porque é a região onde vivo, o Porto porque é a cidade onde a minha mãe nasceu e onde a minha família viveu durante muitos anos. Ainda tenho lá família.

10. O que podemos esperar nos próximos tempos em termos literários?
Estou a trabalhar muito para poder mostrar aos leitores o meu primeiro romance policial, «O Escultor». No entanto, só irá para a rua quando eu achar que está no ponto. Ainda precisa de muito trabalho e não há pressas. O momento certo chegará.

11. Pensando no teu futuro enquanto escritora, quais são os teus maiores sonhos?
Os de qualquer autor que expõe o seu trabalho, acho. Primeiro: ser lida, ser muito lida, porque uma obra pode ser boa, mas se não for conhecida, ninguém saberá da sua existência. Segundo: que os leitores continuem a gostar daquilo que lhes dou, porque a leitura é um mundo de sonhos e o meu maior desejo é fazer sonhar quem está do outro lado e passar bons momentos dentro de uma história. Penso que estes meus sonhos se reflectem nos meus leitores, mas para os conseguir, precisava de uma maior projecção no meu trabalho. Gostava muito de conseguir publicar o meu próximo livro em papel, não porque não seja lida em e-book, mas porque ainda sou da geração do papel e gosto de ver os meus livros na estante e poder folheá-los de vez em quando. Gosto de saber que existem como algo palpável e que posso oferecê-los às pessoas especiais. Penso que este seria o meu maior sonho neste universo.


Obrigada Carina pelas tuas palavras e pela tua disponibilidade.
Foi um gosto e cá estamos para ler as tuas palavras, por isso só queremos que continues a dar azo à tua devoção à escrita.


 

Friday Finds



Pegando nas minhas descobertas das últimas semanas, chega mais um Friday Finds apresentado pelo blogue Should Be Reading.
São considerados "finds" os livros que adicionamos à lista To Be Read, onde quer que os encontremos - livrarias, online, bibliotecas, etc.
Estes são as últimas adições já a contar com livros de 2015.










E vocês têm muitas adições semanais na vossa lista TBR?






Retalhos de uma Leitura Conjunta - Questões




Estas são as perguntas feitas pela Silvana do Por detrás das palavras sobre o livro


[atraso na publicação das questões de dia 19]

Questões:

1. Hugo e Clara Vs Santiago e Clara. Dois casais muito distintos apesar de uma pessoa em comum, neste momento da história o que te apetece dizer sobre eles?
Não vou falar do passado só do momento actual. 
Hugo e Clara: ela confia cegamente nele, não sabe impor-se, tem medo e tem uma atracção sexual muito forte por ele. Hugo possessivo e obcecado pela Clara, não lida bem com a rejeição, meteu na cabeça que a Clara é dele assim como se de um objecto se tratasse.
Santiago e Clara: Clara é distante emocionalmente, sabe jogar a seu favor o que quer pois o marido sempre esteve disposto a fazer tudo por ela, mesmo que não lhe mostre uma mínima parte do que ele significa para ela.
Santiago não sabe enfrentar a mulher, apesar de dar tudo na relação, é o agente passivo, pois parece pouco incomodado com receber pouco.
Basicamente nesta relação a Clara é o Hugo e o Santiago é a Clara.

2. Hugo tem vindo a ficar com a "ficha queimada" de tanta coisa má que fez ao longo da vida e continua a fazer. Neste momento o que é que achas de Hugo e o que pensar que o futuro lhe reserva?
Desde o início que pensei que esta seria uma história de amores reencontrados e que iam tentar de tudo para voltarem a estarem juntos. Quanto mais entramos na história mais me apercebo que o meu desejo inicial não vai ser atendido, mas mesmo assim acalentava a esperança que um mau passado não se torna necessariamente num mau futuro, só que o Hugo continuou igual ou pior. E quando as pessoas não têm a capacidade de aprenderem com os erros e nem sequer têm noção que erraram no passado, vão continuar a insistir no mesmo e não vão buscar as melhores armas para lutarem por aquilo que querem. O incrível nisto tudo é que queria odiá-lo e queria que ele pagasse pelo que fez, por isso em jeito de novela, é melhor ele sair do país, escrever à Clara com um sincero perdão e não voltar a interferir na vida dela.

3. Santiago tomou finalmente uma atitude. O que achas desta atitude?
Aleluia! Ele no fundo sempre soube que alguma coisa se passava com a mulher, há várias indicações disso, mas como o feitio da mulher não era o melhor para puxar pelos desabafos, deixava andar. Quando rebentou, teve um pensamento ridículo e quando finalmente caiu em si, percebeu que tinha de lutar pela sua família. E fê-lo numa boa altura e quando foram preciso medidas extremas soube usá-las para seu proveito, pois mesmo a alma mais calma quando puxada ao limite sabe rugir.



Questões finais:

1. Será que Hugo se acertou verdadeiramente com o seu passado?
Quero acreditar que sim ou pelo menos faz por isso. Acho que o que realmente importa é que as pessoas tenham a perfeita consciência do que fizeram de errado e que podem sempre alterar o curso da vida, mesmo que o passado seja feito de más opções, más influências ou azares. Só a questão Clara é que não ficou totalmente resolvida e nunca ficará, para quem não sabe amar mas conheceu quem lhe tentasse mostrar isso, ficará para sempre guardada essa ideia que isso foi amor e foi o que bastou.

2. Clara tomou a sua escolha em relação a Santiago e a Hugo. O que tens a dizer sobre estas escolhas?
Ao longo da história vamos percebendo quem ela escolhe mas acho que no final devia de ter existido uma decisão mais firme e que não ficasse a pairar a dúvida que o homem que escolheu sempre foi o certo nem nunca essa decisão foi questionável. Para mim existiram momentos que me pareceram de dúvida e insegurança que, se não tive acontecido algo de tão grave, ela poderia ter optado pelo outro. Ao confessar o passado não gostei de ter ficado com a sensação de que escolho este porque o outro nunca vai gostar de mim como eu queria.
 
3. Esta foi a tua primeira experiência com um livro da Carina Rosa. Partilha um bocadinho da tua experiência.
Já tinha lido o conto Olhos de Vidro e já tinha ficado com uma boa impressão, que com este livro ainda cimentou mais essa ideia. Houveram algumas partes que me custaram a engolir por achar que fossem irreais num enredo que me pareceu tão real, e também senti que a Carina focou-se em certos pormenores que não haviam a necessidade de se repetirem constantemente. Tirando isso, gostei da experiência de leitora novata da Carina, fui-me surpreendendo ao longo da leitura pois não estava mesmo nada à espera de certos acontecimentos. Para quem tinha um palpite do que poderia sair dali, fiquei mesmo animada com as trocas às minhas ideias. Achei um livro que nos mostra o poder que um passado pode exercer na nossa vida presente com personagens bem fidedignas, que erram mas tentam mesmo assim viver com os seus defeitos e aprender com eles. Uma boa mensagem.

 
Mas uma leitura conjunta que terminamos, sábado será a publicada a opinião completa ao livro e domingo a entrevista à autora, Carina Rosa.
E assim completamos o nosso primeiro mês do desafio Português no Feminino 2015.

Retalhos de uma Leitura Conjunta - Desafio 4




O último desafio e este é diferente, cada uma sugeriu um tema diferente para a outra, por isso aqui fica o da Silvana:

Desafio 4:

Escolhe uma música para cada personagem.


Clara




A canção começa com esta frase "Remember those walls I built?" e depois continua até chegar a esta parte "I found a way to let you in, But I never really had a doubt, Standing in the light of your halo, I got my angel now" e continua. 
Acho que é uma boa escolha para definir a relação da Clara com o Santiago e agora nos momentos finais também se pode aplicar ao amor que sente pela filha, "Baby I can see your halo, You know you're my saving grace."

Hugo



Para o Hugo resolvi escolher uma canção que fala de arrependimentos e de tomar novas e boas decisões, de não existirem ressentimentos mesmo quando há coisas que são difíceis de esquecer. Imaginei-o a ter esta canção como tema de conversa com o Valentim.


Santiago



Não queria uma música triste para o Santiago e acho que esta representa bem o amor que está disposto a mostrar pela mulher, mesmo que ela não veja as coisas como ele as vê, afinal ele é todo dela e só dela. "There's no need to complicate, our time is short, This is our fate, I'm yours."



Esta é uma leitura conjunta do livro



Retalhos de uma Leitura Conjunta - Questões






É tempo de mais questões depois de termos alcançado mais de metade da leitura do livro



Questões:
1. O que pensas da reacção de Santiago à menção do nome "Hugo" no momento de intimidade que partilhava com Clara?
A reacção dele foi normal pois parece-me que ele é daqueles que confia plenamente na mulher e nunca pensou que ela o fosse trair. Foi uma reacção de choque e espanto, e quando muitas vezes somos apanhados desprevenidos, a reacção de não agir/não dizer nada é normal. O que veio depois é que não é normal.

2. "Não percebo o que vês em mim. Eu sou um problema". Esta foi uma frase que Clara proferiu num diálogo com Santiago. De facto, o que é que levou Santiago a apaixonar-se tão intensamente por Clara?
Nesta relação acho que se aplica o famoso ditado "quanto mais me bates mais gosto de ti," traduzido por miúdos, quanto mais tentas ser fria e desinteressada em mim, mais eu te quero. Aquela sensação que vamos salvar alguém e que vamos conseguir "consertá-la" e fazê-la ver a vida de outra maneira. Para mim o Santiago sempre foi um idealista no amor e para ele a Clara foi o seu foco principal, quando nada até então lhe dado tanto gozo.

3. Será que Santiago queria mesmo morrer?
Não, não acho mas fiquei surpreendida com a atitude dele. Não o tomava como inseguro e que tivesse tais pensamentos antes de estar a par de toda a situação. Embriagado ou não, é preciso ser emocionalmente desequilibrado para ter tais ideias só porque um nome foi referido, mesmo num momento mais íntimo, contudo dito com repúdio, por isso há que perceber primeiro o que se passa para querer ir desta para melhor. E ele no fundo quer realmente saber o que se passa e não era por isso que ia deixar a filha órfã de pai. Bêbedo como estava se calhar nem chegou ao pé do mar e foi a maresia que o molhou.

Esta é uma leitura conjunta com a Silvana do Por detrás das palavras.

Retalhos de uma Leitura Conjunta - Desafio 3



Este é um desafio sobre a leitura conjunta com a Silvana do Por detrás das palavras  do livro 



Desafio 3:

As personagens estão a precisar de ir ao cinema. Que filme as levavas a ver?


Clara


Pelo trailer e pelo que sei da história parece se um filme que se adequa à Clara para que ela possa se livrar de todas as amarras do passado e para finalmente olhar para o presente/futuro de maneira mais ponderada e segura.

Hugo


Problemas com a polícia, adrenalina, drogas e mulheres são os temas que abarcam todos os filmes da saga Velocidade Furiosa. E o Hugo talvez aprendesse um bocadinho ao andar a brincar com a vida das pessoas ao ver este filme, porque no final podemos ficar mesmo sem elas sem haver qualquer retorno. (ver trailer)

Santiago


Escolhi este filme porque a mulher e a filha correm perigo e o protagonista tem de fazer tudo para salvar a vida delas. (ver trailer)

Carolina


Para a Carolina escolhi este filme infantil que estreou há pouco tempo. (ver trailer)


Top Ten Tuesday






Os lançamentos de 2014 que queria ter lido mas não tive oportunidade de o fazer


Estes são alguns dos livros que surgiram no ano passado e incluo aqueles que foram lançados no mercado português, mesmo que no país de origem do autor não tenha sido em 2014.








Estas são algumas das minhas escolhas, quais as vossas?